Os olhos dos tsadikim enxergam longe
Traduzido do original em hebraico.
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A story about Rav Yoram
Começaremos com uma história especial sobre nosso pai e mestre, o Rav Yoram Abergel zy”a, contada por quem a viveu:
Uma das vezes em que minha esposa precisou ir dar à luz, foi de madrugada. A essa hora Rabênu já estava no beit midrash, preparando-se para a oração de Shacharit ao nascer do sol. Por isso entrei em contato com um dos meus amigos e lhe pedi que fosse ao Rav e pedisse por nós uma bênção para um parto fácil e rápido.
Geralmente, quando se dirigiam ao Rav com um pedido de bênção desse tipo, o Rav sorria e abençoava com simplicidade: ‘Que seja um parto fácil’; e se não era assim, provavelmente havia necessidade de uma salvação. No nosso caso, o Rav não abençoou com simplicidade; apenas acenou com a cabeça, como quem diz: ‘Ouvi’, e o seu rosto estava muito sério.
Quando o meu amigo me contou sobre a reação do Rav, isso já foi suficiente para me deixar um pouco tenso, mas guardei os meus sentimentos no coração e não o revelei à minha esposa, para não acrescentar sofrimento ao sofrimento das dores das contrações que ela já tinha.
Fomos de ambulância ao hospital, e o parto foi tão rápido que, enquanto eu me demorava no balcão para preencher um formulário com os dados da minha esposa, a equipe do hospital já me informou que me nascera, em boa hora, um filho.
Depois que minha esposa se recuperou um pouco, entrei para visitá-la e, por algum motivo, o bebê não estava com ela, mas não me aprofundei muito no porquê. Fiquei um pouco com ela e depois voltei para Netivot, para dar pessoalmente ao Rav a boa notícia do nascimento do nosso precioso filho.
Quando cheguei ao Rav, fiquei surpreso ao ouvir da sua santa boca palavras cuja intenção eu não entendi de modo algum. O Rav me disse: ‘Diga à sua esposa que ela teve um milagre dentro de um milagre, e que vai levar cem anos para ela entender isso’.
Saí do Rav muito confuso. Aparentemente fora um parto fácil e muito mais rápido do que o normal; qual é esse ‘milagre dentro de um milagre’ a que o Rav se refere?! Em especial, não entendi qual era a intenção do Rav ao dizer que levaríamos cem anos para entender isso?! Só quando voltei ao hospital para visitar de novo a minha esposa fiquei sabendo o que o Rav havia previsto com o seu espírito santo…
Ao chegar lá, minha esposa me revelou que, na hora do parto, o bebê saiu literalmente roxo, com a cabeça e os membros caídos, parecendo realmente sem vida.
Com os próprios ouvidos minha esposa ouviu uma das parteiras sussurrar à colega: ‘Ai, ai, ai, que pena, coitados… parece que ele não está vivo’. Antes que dessem à minha esposa tempo de entender o que estava acontecendo, levaram o bebê às pressas ao pediatra.
Descobriu-se que ele havia engolido no ventre muito líquido amniótico e se sufocara. O pediatra aspirou os líquidos do seu corpo e, de forma verdadeiramente milagrosa, conseguiu desobstruí-lo e devolver-lhe a respiração.
Tudo isso o Rav viu com o seu espírito santo já desde o primeiro momento em que pedimos por nós uma bênção para um parto fácil, e foi ele quem operou por nós uma grande salvação e atraiu vida para o nosso precioso filho. Este é, portanto, o primeiro milagre a que o Rav se referia em suas palavras a mim, numa hora em que eu mesmo ainda não sabia dele.
Além disso, na hora do parto ocorreu uma certa complicação que poderia ter feito com que minha esposa precisasse, depois do parto, de uma verdadeira reabilitação durante vários meses, e somente de forma verdadeiramente milagrosa tudo se resolveu. Agora entendemos qual era também o segundo milagre a que o Rav se referia ao dizer: ‘um milagre dentro de um milagre’.
E quanto ao que o Rav nos disse – ‘vai levar cem anos para vocês entenderem isso’ –, provavelmente quis nos aludir que somente depois de cento e vinte anos, quando chegarmos ao Céu, só então poderemos entender que salvações imensas ele operou por nós a todo tempo e a toda hora.
Sobre a elevação do apego aos tsadikim verdadeiros e da obediência a eles, Rabênu falou no livro “Imrei Noam” sobre a parashá Miketz
Na nossa parashá a Torá relata a vinda das santas tribos diante de Yossef, seu irmão, que se tornara governante do Egito. De início Yossef lhes disse que eram espiões e que todo o propósito da sua vinda ao Egito era espionar a terra. Por isso os irmãos começaram a se justificar diante dele e a lhe explicar que vieram apenas para comprar um pouco de comida, e de passagem mencionaram que eram doze irmãos na família, que um irmão (que na verdade é Yossef) não está mais, e que o irmão mais novo (Binyamin) está com o pai deles na terra de Canaã.
Em reação a isso, Yossef prendeu Shimon na prisão e exigiu dos demais irmãos que voltassem à terra de Canaã e trouxessem diante dele o irmão mais novo, Binyamin; e somente se fizessem isso acreditaria que não eram espiões, libertaria Shimon e também concordaria em vender-lhes mais comida, como foi dito: “Deixai comigo um dos vossos irmãos, e tomai o necessário para a fome das vossas casas e ide; e trazei-me o vosso irmão mais novo, e saberei que não sois espiões, mas que sois honestos; vosso irmão vos devolverei, e negociareis na terra” (Bereshit 42:33-34).
O Santo, Bendito Seja, é paciente com a pessoa, mas não deixa passar
É claro e simples que Yossef sabia muito bem que Yaacov, seu pai, teria grande sofrimento por lhe ser tirado Binyamin, seu filho mais novo; e mesmo assim Yossef insistiu em que Binyamin fosse trazido diante dele. Para entender a razão interior desta insistência, citaremos antes as palavras do Midrash, e estas são as suas santas palavras:
“Disse Rabi Chanin: Quem diz que o Misericordioso é indulgente e deixa passar – que as suas entranhas sejam deixadas de lado! Ele, porém, é longânimo e cobra o que é Seu. Disse (o Santo, Bendito Seja) às tribos: Vós vendestes o vosso irmão em meio a comida e bebida; assim farei convosco – é isso que está escrito: ‘E o rei e Haman sentaram-se para beber’ (Ester 3:15).”
Explicação das palavras do Midrash: Rabi Chanin nos ensina que, mesmo quando vemos que o Santo, Bendito Seja, não pune alguém pelas suas más ações, isso não é, Deus nos livre, porque o Santo, Bendito Seja, o perdoou e deixou passar – e todo aquele que diz que o Santo, Bendito Seja, deixa passar, que as suas entranhas sejam deixadas de lado –, mas sim porque o Santo, Bendito Seja, é paciente com aquela pessoa e lhe dá tempo para fazer teshuvá; e se isso não acontece, no fim o Santo, Bendito Seja, cobra dela a dívida, mesmo depois de muitos anos.
Como exemplo disso, o Midrash traz o episódio da venda de Yossef. Quando lemos a passagem da venda de Yossef, parece que os irmãos não receberam nenhuma punição por isso, como se o Santo, Bendito Seja, lhes tivesse deixado passar este ato. Porém, o Midrash nos revela que, na verdade, depois de muitos anos, todo o povo de Israel (que descende das santas tribos que realizaram o ato da venda) foi punido por isso, quando foi decretado sobre eles o decreto de Haman, o perverso: “destruir, matar e aniquilar todos os judeus, do jovem ao velho, crianças e mulheres, num só dia” (Ester 3:13).
A venda de Israel por Achashverosh é como a venda de Yossef por seus irmãos
Assim como os irmãos venderam Yossef, assim também o rei Achashverosh vendeu todo o povo de Israel a Haman, o perverso, para fazer com eles conforme a sua vontade, como foi dito: “Se parecer bem ao rei, escreva-se que sejam destruídos, e dez mil talentos de prata pesarei nas mãos dos encarregados da obra, para trazê-los aos tesouros do rei. E o rei tirou o seu anel da mão e o deu a Haman, filho de Hamedata, o agaguita, inimigo dos judeus. E disse o rei a Haman: A prata te é dada, e também o povo, para fazeres com ele o que parecer bem aos teus olhos” (Ester 3:9-11).
Assim como, antes de venderem Yossef, os irmãos se sentaram para comer e beber, como foi dito: “E sentaram-se para comer pão” (Bereshit 37:25), assim também, depois que o rei Achashverosh concordou com Haman em fazer com o povo de Israel conforme a sua vontade, foi dito: “E o rei e Haman sentaram-se para beber, e a cidade de Shushan estava perturbada” (Ester 3:15).
O único cujos olhos enxergavam tão longe e viu, com o seu espírito santo, o decreto que pairava sobre todo o povo de Israel na época de Haman, o perverso, foi Yossef, o tsadik; por isso buscou um conselho de como operar uma salvação para o povo de Israel diante do decreto de Haman.
Como Yossef sabia que aquele decreto só fora decretado por causa do ato da sua venda, consequentemente entendeu que quem poderia salvar o povo de Israel naquela hora seria somente alguém que viesse da descendência de quem não estivesse envolvido nem fosse participante de forma alguma no ato da venda, e sobre quem não pesasse nenhuma acusação por causa daquele ato.
Dentre todos os santos irmãos, somente Binyamin não tinha nenhuma ligação com o ato da venda de Yossef. Por isso Yossef insistiu em que trouxessem diante dele seu irmão Binyamin, para operar que, no futuro distante, na época do decreto de Haman, o perverso, saísse da descendência de Binyamin um tsadik por meio do qual haveria salvação para o povo de Israel.
A salvação justamente da descendência de Binyamin
Além disso: Binyamin tinha mais uma elevação que não havia nas demais tribos. No encontro que houve entre Yaacov, nosso patriarca, e Essav, seu irmão, Yaacov e todos os seus filhos se prostraram diante de Essav, como é relatado na parashá Vayishlach, e esta prostração deu a Essav e à sua descendência, inclusive a Haman, o perverso, força para prevalecer sobre o povo de Israel. Porém Binyamin foi o único que não se prostrou diante de Essav, pois naquela ocasião ainda não havia nascido; por isso justamente ele tinha força para prevalecer sobre Haman, o perverso, que saiu da descendência de Essav.
Por isso a salvação de Israel do decreto de Haman, o perverso, foi justamente por meio de Mordechai, o judeu, que veio da descendência de Binyamin, como foi dito: “Havia um homem judeu em Shushan, a capital, cujo nome era Mordechai, filho de Yair, filho de Shim’i, filho de Kish, homem benjaminita” (Ester 2:5), o que significa que vinha da tribo de Binyamin. E assim como Binyamin não se prostrou diante de Essav, o perverso, como dito acima, assim também Mordechai, o judeu – ao contrário de todo o restante do povo de Israel, que obedeceu à ordem do rei de se ajoelhar e se prostrar diante de Haman, o perverso –, Mordechai recusou-se a isso com toda a firmeza, como foi dito: “E Mordechai não se ajoelhava nem se prostrava” (Ester 3:2).
Explicação das ações de Yossef quando Binyamin, seu irmão, foi trazido diante dele
Segundo esta introdução, abre-se diante de nós uma ampla porta para entender a profundidade de mais algumas ações que Yossef realizou quando Binyamin, seu irmão, foi trazido diante dele:
Antes de tudo, quando os irmãos chegaram à casa de Yossef junto com Binyamin, imediatamente Yossef ordenou ao encarregado da sua casa que preparasse diante dos irmãos um banquete digno de um rei, e deu-lhes de beber muito vinho, até a embriaguez, como foi dito: “E beberam e embriagaram-se com ele” (Bereshit 43:34). Com isso Yossef lhes aludiu que toda a sua intenção ao trazer Binyamin diante de si era operar uma salvação para o povo de Israel na época de Haman, o perverso; e por meio daquela salvação o povo de Israel mereceria a festa de Purim, na qual todo judeu tem o preceito de fazer um banquete e uma festa e beber muito vinho, até a embriaguez, conforme as palavras de Chazal: “A pessoa é obrigada a embriagar-se em Purim até não saber distinguir entre ‘maldito seja Haman’ e ‘bendito seja Mordechai’.”
Na sequência, depois do banquete, Yossef ordenou ao encarregado da sua casa que colocasse na bolsa de Binyamin, seu irmão, a sua taça de prata. E a profundidade da intenção de Yossef neste ato é que a palavra gaviá (“taça”) se divide em 72 e 13; e quando os multiplicamos um pelo outro (13 vezes 72), isso equivale, em guematria, a “Mordechai Ester” (com o acréscimo de um pela palavra inteira). Com isso Yossef operou que, ao longo das gerações, saíssem de Binyamin Mordechai e Ester, por meio dos quais haveria salvação para o povo de Israel do decreto de Haman, o perverso.
Sobre outras ações que Yossef realiza neste assunto leremos também na próxima parashá, a parashá Vayigash, como é relatado ali, já no início da parashá, sobre o tenso encontro que houve entre Yehudá e Yossef.
Naquele encontro Yossef irritou Yehudá com uma ira imensa, como Chazal descrevem no Midrash: de tanta ira Yehudá rugiu em alta voz e a sua voz foi ouvida a uma distância de quatrocentas parsaot; quase toda a terra do Egito se revirou, e caíram os dentes de todos os valentes de Yossef de tanto medo e pavor. E Yehudá chegou a ameaçar Yossef de que, se não libertasse imediatamente Binyamin, desembainharia a sua espada e mataria Yossef e o Faraó juntos.
A qualidade de contenção e paciência do rei David para a salvação dos seus descendentes
Para entender a razão pela qual Yossef tanto “se esforçou” para irritar Yehudá, e também a ligação que isso tem com o assunto da salvação de Israel do decreto de Haman, o perverso, como dito acima, citaremos antes o que é relatado nos Profetas:
Na época em que David fugiu de Jerusalém diante de Avshalom, seu filho, que queria matá-lo e tomar dele o reino, saiu ao seu encontro um homem da família da casa de Shaul, chamado Shim’i ben Guerá, e começou a amaldiçoá-lo com maldições violentas diante de todos os seus homens e a apedrejá-lo, a ele e a eles, dizendo-lhe: “Sai, sai, homem sanguinário e homem de Belial! Hashem fez recair sobre ti todo o sangue da casa de Shaul, em cujo lugar reinaste, e Hashem entregou o reino na mão de Avshalom, teu filho; e eis-te na tua desgraça, pois és homem sanguinário” (Shemuel II 16:7-8). E quando Avishai ben Tseruyá, que era um dos valentes do rei David, ouviu isso, pediu permissão ao rei David para ir até Shim’i e tirar-lhe a cabeça, como é próprio e merecido para um homem de Belial como ele; mas David o impediu e disse: “Pois Hashem lhe disse: Amaldiçoa David” (Shemuel II 16:10).
Devemos saber que a qualidade de contenção e paciência que o rei David demonstrou em relação a Shim’i ben Guerá neste episódio não era nada característica dele. Por sua própria natureza, o rei David era um valente, homem de guerra e de temperamento ardente, como simboliza o fato de ele ser ruivo.
Segundo a natureza habitual de David, ele deveria ter matado Shim’i imediatamente, naquele mesmo momento; mas, se o tivesse feito, o povo de Israel não teria um salvador diante do decreto de Haman, o perverso, pois Mordechai, o judeu, saiu da descendência de Shim’i ben Guerá, como foi dito: “Havia um homem judeu em Shushan, a capital, cujo nome era Mordechai, filho de Yair, filho de Shim’i etc.”, e na época em que Shim’i amaldiçoou David ele ainda não havia tomado esposa nem gerado filhos.
Yossef viu a salvação que sairia de Binyamin
O perigo mencionado Yossef viu com o seu espírito santo; por isso, no seu encontro com Yehudá, de cuja descendência saiu o rei David, esforçou-se para irritá-lo ao máximo, a fim de fazer sair dele toda a sua ira até o fim. Com isso operou que, quando Shim’i veio e amaldiçoou David, já não houvesse no coração de David ira alguma, e ele imediatamente perdoou Shim’i e o deixou com vida. Graças a isso Shim’i pôde, no decorrer da sua vida, tomar esposa e gerar filhos, de cuja descendência saiu no futuro Mordechai, o judeu, que salvou Israel.
Depois de tudo isso, o selo das ações de Yossef neste assunto ele aludiu aos irmãos depois que já se dera a conhecer a eles e revelara que era Yossef, seu irmão. Em meio a toda a alegria, deu a cada um dos irmãos uma muda de roupa esplêndida, e somente a Binyamin deu cinco mudas, como foi dito: “A todos eles deu, a cada um, mudas de roupa; e a Binyamin deu trezentas moedas de prata e cinco mudas de roupa” (Bereshit 45:22).
Com isso Yossef lhes aludiu que de fato conseguira operar que de Binyamin saísse Mordechai, o judeu, que subjugaria Haman, o perverso, e salvaria Israel do seu duro decreto; e que depois disso sairia da presença do rei Achashverosh vestido com cinco vestes reais esplêndidas, como foi dito: “E Mordechai saiu da presença do rei com veste real azul-celeste e branca, com uma grande coroa de ouro e um manto de linho fino e púrpura; e a cidade de Shushan exultou e se alegrou” (Ester 8:15).
É muito importante apegar-se aos tsadikim verdadeiros e obedecer a todas as suas instruções com precisão
Na prática, de tudo o que foi dito podemos aprender, antes de tudo, por que é tão importante apegar-se aos tsadikim verdadeiros de cada geração e obedecer a todas as suas santas instruções, mesmo que, pela limitação do nosso entendimento, não mereçamos compreender por que e para que instruem assim. Pois os olhos dos tsadikim enxergam a distâncias imensas, tanto no espaço quanto no tempo, e por trás de cada instrução que dão a todo o povo de Israel, ou a cada um em particular, há intenções profundas e ocultas. Por isso convém que obedeçamos às suas palavras com grande precisão e sem nenhum questionamento no mundo, Deus nos livre.
Da mesma forma, devemos aprender de tudo o que foi dito que as pessoas mais importantes diante do Santo, Bendito Seja, por meio das quais o Santo, Bendito Seja, faz milagres e traz salvação ao povo de Israel, são justamente aquelas que tomam o máximo cuidado para não causar sofrimento a nenhuma pessoa de Israel, e que amam cada um de Israel, onde quer que esteja, de coração e alma – assim como Binyamin mereceu que justamente da sua descendência saísse o salvador de Israel do decreto de Haman, como dito acima, porque não foi participante da venda de Yossef e, consequentemente, também não de todo o sofrimento que lhe foi causado em consequência dela.
In brief
a. O Santo, Bendito Seja, é paciente com a pessoa, mas não deixa passar; Ele cobra dela a dívida.
b. A venda de Israel por Achashverosh é como a venda de Yossef por seus irmãos.
c. As ações de Yossef quando Binyamin, seu irmão, foi trazido diante dele foram para a salvação da sua descendência e para livrá-la do decreto de Haman, o perverso; e para isso também contribuiu a qualidade de contenção e paciência do rei David em relação a Shim’i ben Guerá.
d. É muito importante apegar-se aos tsadikim verdadeiros e obedecer a todas as suas instruções com grande precisão, sem nenhum questionamento depois delas.
Folheto de Shabat desta parashá (em hebraico, para imprimir)
